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quinta-feira, 13 de junho de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
A discografia de Michel F.M., artista associado ao rock alternativo e à poesia, conta com pelo menos 12 álbuns registrados em plataformas como o Letras.mus.br e Cifra Club.
A discografia de Michel F.M., artista associado ao rock alternativo e à poesia, conta com pelo menos 12 álbuns registrados em plataformas como o Letras.mus.br e Cifra Club.
Os principais trabalhos lançados pelo artista incluem:
- Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas (2022)
- Conectatum (2012)
- Impressão Intensa (2011)
- Arquitetura da Expectativa (2025)
- Pacífico Em Brasas (2019)
- Delírio Absoluto da Multidão Atônita
- Mestre Dos Pretextos (Single/EP, 2020)
Além da música, Michel F.M. possui uma trajetória como autor, com diversos títulos publicados no Clube de Autores. Suas letras costumam abordar temas poéticos e reflexivos, como visto em faixas como "Mica", "Luma" e "Povoado Dos Poetas".
Abaixo estão detalhes sobre os álbuns e as letras marcantes de Michel F.M., cujo estilo transita entre o rock alternativo e a poesia falada, com letras introspectivas e filosóficas.
Principais Álbuns e Temas
A discografia do artista segue uma ordem cronológica que reflete sua evolução lírica:
- Delírio Absoluto da Multidão Atônita (2015): Considerado um de seus trabalhos mais densos, com faixas que exploram o comportamento humano e a alienação.
- Aos Ávidos e Insaciáveis (2013): Explora desejos e a natureza impulsiva do ser humano.
- Conectatum (2012): Focado em conexões, tecnologia e relações interpessoais.
- Impressão Intensa (2011): Álbum com tom mais emocional e direto, contendo a faixa homônima "Impressão Intensa".
- O Último Registro da Raça Humana (2010): Obra com temática apocalíptica e reflexiva sobre o legado da humanidade.
Letras de Destaque
As composições de Michel F.M. são conhecidas por títulos longos e frases que funcionam como aforismos. Algumas das músicas mais acessadas no Letras.mus.br incluem:
- "Fala meu velho": Uma letra em tom de conversa sobre conselhos e o que se passa na cabeça de quem fala.
- "Não olhe para baixo": Uma crítica social que utiliza a metáfora das raízes de um sistema para falar sobre desigualdade e a "mão que joga a esmola".
- "Oblívio e Três Colheradas de Achocolatado": Uma reflexão existencialista sobre a existência de Deus e o cotidiano simples.
- "Problematizando": Uma composição irônica sobre o egocentrismo e a percepção de problemas individuais.
- "Mesmo Os Retrocessos Servem Para Avançar": Uma letra sobre a lentidão do pensamento e a importância das pausas na vida.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Sou apenas um cara legal
Sou apenas um cara legal
Se em algum momento te magoei,
O arrependimento não me deixa esquecer,
Não guarde rancor sei que errei,
Foi sem saber, foi sem querer.
Sou apenas um cara legal,
Não sei se sou só mais um,
Não sei se eu sou o tal,
Sou apenas um cara legal.
Você é uma criatura escultural,
Nos atos a veracidade,
E eu até que não sou tão mal,
Sou um cara com integridade.
Não tenho muitas coisas pra oferecer,
Mas isso importa ? O que você me diz ?
Um argumento garanto, você será feliz.
Sou apenas um cara legal,
Não sei se sou só mais um,
Não sei se eu sou o tal,
Sou apenas um cara legal.
(Compositor: Michel F.M.) © 2005
Se em algum momento te magoei,
O arrependimento não me deixa esquecer,
Não guarde rancor sei que errei,
Foi sem saber, foi sem querer.
Sou apenas um cara legal,
Não sei se sou só mais um,
Não sei se eu sou o tal,
Sou apenas um cara legal.
Você é uma criatura escultural,
Nos atos a veracidade,
E eu até que não sou tão mal,
Sou um cara com integridade.
Não tenho muitas coisas pra oferecer,
Mas isso importa ? O que você me diz ?
Um argumento garanto, você será feliz.
Sou apenas um cara legal,
Não sei se sou só mais um,
Não sei se eu sou o tal,
Sou apenas um cara legal.
(Compositor: Michel F.M.) © 2005
domingo, 23 de outubro de 2011
Fontes de Vida
Fontes de Vida
Precisamos delas para sobreviver,
Mas em muitos lugares,
Já não mais podemos ver.
Elas estão tão perto de desaparecer,
Mas só com elas poderemos crer,
Num Planeta melhor,
Um lugar para viver.
É obvio que vão acabar,
Só precisamos entender.
Elas são belas precisamos conservar,
Pois sem elas, não vivemos pra contar,
O futuro está perto de se completar,
Só depende de nós
Não deixarmos a vida ultimar.
Nada é eterno, tudo termina,
Palavras fáceis são a nossa sina.
Recursos não servem para nos salvar,
O homem destrói e se põem a criar,
Idéias se vão, outras irão voltar,
Por essa razão é preciso preservar.
Fontes de Vida, fontes de vida.
(Compositor: Michel F.M.) © 2004
Precisamos delas para sobreviver,
Mas em muitos lugares,
Já não mais podemos ver.
Elas estão tão perto de desaparecer,
Mas só com elas poderemos crer,
Num Planeta melhor,
Um lugar para viver.
É obvio que vão acabar,
Só precisamos entender.
Elas são belas precisamos conservar,
Pois sem elas, não vivemos pra contar,
O futuro está perto de se completar,
Só depende de nós
Não deixarmos a vida ultimar.
Nada é eterno, tudo termina,
Palavras fáceis são a nossa sina.
Recursos não servem para nos salvar,
O homem destrói e se põem a criar,
Idéias se vão, outras irão voltar,
Por essa razão é preciso preservar.
Fontes de Vida, fontes de vida.
(Compositor: Michel F.M.) © 2004
sábado, 13 de agosto de 2011
Uma rosa Incompreendida
Uma rosa Incompreendida
Ouça bem essa canção,
Para gravar no coração,
E quem sabe mudar
A nossa opinião.
Ela nunca é lembrada,
Ela nunca é reconhecida,
Não sabemos respeitar,
Uma rosa incompreendida.
Dissabor cruel em desvalor,
Não somos dignos,
Nem do seu amor, meu amor.
Esperando reconhecimento,
De toda uma vida,
Uma erva solitária,
Numa selva masculina,
Esquecida e isolada,
Como uma iguaria.
Ela nunca é lembrada,
Ela nunca é reconhecida,
Não sabemos respeitar,
Uma rosa incompreendida.
Contornando as dificuldades,
Seguindo sem parar,
Ela só espera alguém que saiba amar.
(Compositor: Michel F.M.) © 2004
Ouça bem essa canção,
Para gravar no coração,
E quem sabe mudar
A nossa opinião.
Ela nunca é lembrada,
Ela nunca é reconhecida,
Não sabemos respeitar,
Uma rosa incompreendida.
Dissabor cruel em desvalor,
Não somos dignos,
Nem do seu amor, meu amor.
Esperando reconhecimento,
De toda uma vida,
Uma erva solitária,
Numa selva masculina,
Esquecida e isolada,
Como uma iguaria.
Ela nunca é lembrada,
Ela nunca é reconhecida,
Não sabemos respeitar,
Uma rosa incompreendida.
Contornando as dificuldades,
Seguindo sem parar,
Ela só espera alguém que saiba amar.
(Compositor: Michel F.M.) © 2004
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Não podemos parar
Não podemos parar
Corruptos roubando o povo,
Corrompendo as Nações,
Eles querem congelar
Os nossos corações.
Não podemos deixar que isso
Tome conta das novas gerações,
Vamos seguir em frente,
Vamos continuar,
Pois a vida não pode parar.
Ainda existe muita gente boa,
Em meio à corrupção,
Propinas e favores
Tomam conta da situação.
Não podemos deixar
Que o mal tome conta
E se sobressaia à escuridão,
Confiança, cabeça erguida
E pés no chão.
Sentimentos de vitória
Dominam a frustração.
A vontade de continuar
E a dedicação.
Tudo isso nos faz observar,
Que não podemos parar.
Pois a vida não pode parar,
A vida não pode parar.
(Compositor: Michel F.M.) © 2004
Corruptos roubando o povo,
Corrompendo as Nações,
Eles querem congelar
Os nossos corações.
Não podemos deixar que isso
Tome conta das novas gerações,
Vamos seguir em frente,
Vamos continuar,
Pois a vida não pode parar.
Ainda existe muita gente boa,
Em meio à corrupção,
Propinas e favores
Tomam conta da situação.
Não podemos deixar
Que o mal tome conta
E se sobressaia à escuridão,
Confiança, cabeça erguida
E pés no chão.
Sentimentos de vitória
Dominam a frustração.
A vontade de continuar
E a dedicação.
Tudo isso nos faz observar,
Que não podemos parar.
Pois a vida não pode parar,
A vida não pode parar.
(Compositor: Michel F.M.) © 2004
sábado, 25 de junho de 2011
Vá embora
Vá embora
Disse que ia embora,
Não volte mais !
Suma da minha frente !
Se for capaz.
Me iludiu esse tempo todo,
Fiquei a reclamar,
Agora é minha vez de te achotar.
Vai, vai, vá e não volte mais!
Você me /atrapalhou/
Não pude MudAr,
Agora já passou e nada vai voltar.
Preciso dar o fora,
Esta chegando a minha hora.
Às vezes me dá ódio,
Só quero esquecer,
O tempo vai passando
Precisamos viver.
Lembranças do passado,
Não me atingem mais,
Mas de vez em quando
Da vontade de voltar pra traz.
O futuro é amanhã
Quero ver no que vai dar,
Se a gente persistir a gente chega lá,
Não vou mais contar até dez,
Pra você voltar.
Vai, vai, vá e não volte mais!
(Compositor: Michel F.M.) © 2004
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O último registro da raça humana
"...Foi descendente de Eva e Adão,
Brotou, durou e expirou na Alameda do Éden,
Evoluiu dos Primatas, foi Homo Sapiens."
(Michel F.M.)
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O último registro da raça humana
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