sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sou apenas um cara legal

Sou apenas um cara legal

Se em algum momento te magoei,
O arrependimento não me deixa esquecer,
Não guarde rancor sei que errei,
Foi sem saber, foi sem querer.

Sou apenas um cara legal,
Não sei se sou só mais um,
Não sei se eu sou o tal,
Sou apenas um cara legal.

Você é uma criatura escultural,
Nos atos a veracidade,
E eu até que não sou tão mal,
Sou um cara com integridade.

Não tenho muitas coisas pra oferecer,
Mas isso importa ? O que você me diz ?
Um argumento garanto, você será feliz.

Sou apenas um cara legal,
Não sei se sou só mais um,
Não sei se eu sou o tal,
Sou apenas um cara legal.

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

domingo, 23 de outubro de 2011

Fontes de Vida

Fontes de Vida

Precisamos delas para sobreviver,
Mas em muitos lugares,
Já não mais podemos ver.

Elas estão tão perto de desaparecer,
Mas só com elas poderemos crer,
Num Planeta melhor,
Um lugar para viver.

É obvio que vão acabar,
Só precisamos entender.

Elas são belas precisamos conservar,
Pois sem elas, não vivemos pra contar,
O futuro está perto de se completar,

Só depende de nós
Não deixarmos a vida ultimar.
Nada é eterno, tudo termina,
Palavras fáceis são a nossa sina.

Recursos não servem para nos salvar,
O homem destrói e se põem a criar,
Idéias se vão, outras irão voltar,
Por essa razão é preciso preservar.

Fontes de Vida, fontes de vida.

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

sábado, 13 de agosto de 2011

Uma rosa Incompreendida

Uma rosa Incompreendida

Ouça bem essa canção,

Para gravar no coração,
E quem sabe mudar
A nossa opinião.

Ela nunca é lembrada,
Ela nunca é reconhecida,
Não sabemos respeitar,
Uma rosa incompreendida.

Dissabor cruel em desvalor,
Não somos dignos,
Nem do seu amor, meu amor.

Esperando reconhecimento,
De toda uma vida,
Uma erva solitária,
Numa selva masculina,
Esquecida e isolada,
Como uma iguaria.

Ela nunca é lembrada,
Ela nunca é reconhecida,
Não sabemos respeitar,
Uma rosa incompreendida.

Contornando as dificuldades,
Seguindo sem parar,
Ela só espera alguém que saiba amar.

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Não podemos parar

Não podemos parar

Corruptos roubando o povo,
Corrompendo as Nações,
Eles querem congelar
Os nossos corações.

Não podemos deixar que isso
Tome conta das novas gerações,
Vamos seguir em frente,
Vamos continuar,
Pois a vida não pode parar.

Ainda existe muita gente boa,
Em meio à corrupção,
Propinas e favores
Tomam conta da situação.

Não podemos deixar
Que o mal tome conta
E se sobressaia à escuridão,
Confiança, cabeça erguida
E pés no chão.

Sentimentos de vitória
Dominam a frustração.
A vontade de continuar
E a dedicação.

Tudo isso nos faz observar,
Que não podemos parar.
Pois a vida não pode parar,
A vida não pode parar.

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

sábado, 25 de junho de 2011

Vá embora

Vá embora

Disse que ia embora,
Não volte mais !
Suma da minha frente !
Se for capaz.

Me iludiu esse tempo todo,
Fiquei a reclamar,
Agora é minha vez de te achotar.

Vai, vai, vá e não volte mais!
Você me /atrapalhou/
Não pude MudAr,
Agora já passou e nada vai voltar.

Preciso dar o fora,
Esta chegando a minha hora.
Às vezes me dá ódio,
Só quero esquecer,
O tempo vai passando
Precisamos viver.

Lembranças do passado,
Não me atingem mais,
Mas de vez em quando
Da vontade de voltar pra traz.

O futuro é amanhã
Quero ver no que vai dar,
Se a gente persistir a gente chega lá,

Não vou mais contar até dez,
Pra você voltar.

Vai, vai, vá e não volte mais!

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

terça-feira, 24 de maio de 2011

Reflexão

Reflexão

Quanto tempo nós perdemos ?
Quanto tempo se passou ?
Quantas horas num momento ?
O minuto se acabou.

Não me lembro das escolhas,
Nem mesmo de quem eu sou.

Sem perdão pro que eu fiz,
O motivo é bem real,
Na realidade eu não quis,
E os avisos como tal,

Não ultrapassaram a noção,
Isso é só uma reflexão.

Meu passado me persegue,
A cada passo que eu dou,
Não me lembro dos meus erros,
Me arrependo de quem sou.

Isso não é uma visão,
É só uma reflexão,

A minha história tá acabando,
Não vão saber o que eu fiz,
Nem vão saber quem tá falando,
Nem quem eu sou ou o que eu quis.
Porque o dia terminou, recolheram-se os sóis.

Reflexão, reflexão,
É só uma reflexão.

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Saia dessa

Saia dessa

As pessoas nem sempre merecem ajuda,

As pessoas nem sempre merecem perdão,
Se você é bondoso e estende a mão,
Eles querem o braço, sofra como cão !

Só para você vou abrir uma exceção,
Não é por você, é para que seus pais não sofram.

Invade sua mente, destrói o coração,
O subconsciente perde a razão,
Um minuto de prazer, uma vida de ilusão,
Pessoas derramando lágrimas em vão.

As drogas são malignas, escute o que vou dizer,
Não se envolva com isso ou então veja pra crer,
Não dependa delas, depender é morrer.
É com você, se você quer viver.

Saia dessa, bem depressa,
Saia dessa, bem depressa !
Porque senão...

Invade sua mente, destrói o coração,
O subconsciente perde a razão,
Um minuto de prazer, uma vida de ilusão,
Pessoas derramando lágrimas em vão.

Saia dessa, bem depressa,
Saia dessa, bem depressa !

(Compositor: Michel F.M.) © 2006

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Trabalhadores

Trabalhadores

Trabalhadores sem emprego,
São trabalhadores sem sossego,
Buscando em lugares diferentes,
Procurando um salário descente.

Carteira assinada, não é nada, é fachada.
Não se engane com o sistema,
Sem salário é que quebra o esquema.

Trabalhadores sem emprego,
São trabalhadores sem sossego.

Honrado e sem medo,
Na esperança de algo melhor,
Esforçado acorda cedo,
E mesmo assim não rende o suor.

Na busca por sustento,
O mundo moderno se torna um tormento.
Os trabalhadores, só querem trabalhar.

Famílias inteiras desamparadas,
O povo está sempre de mãos atadas,
Deixados de lado para mofar,
O trabalhador só quer trabalhar.

Trabalhadores sem emprego,
São trabalhadores sem sossego.

(Composição: Michel F.M.) © 2005

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Natureza Varonil

Natureza Varonil

Disse que vinha, não quis me escutar,
Não acreditou, nem me deu bola,
Estava esperando a certa maré,
Quando chegasse ia ser pra arruinar.

O tempo foi voando, a dor acumulando,
Quando decidi, cheguei pra arrasar.

Nós tardamos, mas chegamos,
Foi Nostradamus quem previu,
A natureza está em fúria,
Quer a cabeça de quem destruiu.

O ciclo da vida está acabado,
A camada de ozônio já foi pro espaço,
A cadeia alimentar se inverteu de lado,
O esquema inteiro está descontrolado.

Vulcões, Tornados,
Enchentes, Furacões,
Desertos irados,
A seca que compõe.

Não me importo com as mortes,
Me preocupo com os rios,
Não agüento mais os cortes,
Na natureza varonil.

Nós tardamos, mas chegamos,
Foi Nostradamus quem previu,
A natureza está em fúria,
Quer a cabeça de quem destruiu.

Natureza Varonil,
Imprevisível até para quem previu.


(Compositor: Michel F.M.) © 2005

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Contemporâneos

Contemporâneos

Até que ponto
Você ira desconfiar ?
Um desconforto
Seus pensamentos
Trazem pra cá.

Não é tão duro
Se observar,

O passado, o presente,
O futuro já.


As leis sendo vetadas
Pelos reis do latifúndio,

A história sendo escrita
Pelos homens moribundos,

Que voltaram do oriente
Pra morrer em seu mundo,

Trocando as medalhas
Por descanso profundo.


No silêncio da alma
A busca por sossego,

Nas noites morosas
Do mês de novembro.


Se esse foi o passado,
Tenho medo do presente,
E não quero nem pensar,
No futuro dessa gente.

As folhagens caindo
Pareciam chorar,

Pelo espírito daquele
Que irá retornar,

Para o julgamento
Dos que negaram amar.


Se esse foi o passado,
Tenho medo do presente,
E não quero nem pensar,
No futuro dessa gente.

Até que ponto irá se sujeitar ?
Até que ponto irá desconfiar ?

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

domingo, 13 de março de 2011

Ontem

Ontem

Você pediu um tempo entre nós dois,
Se envolveu com pessoas,
Que te deixam pra depois.
Agora você vem me ferir,
Eu não entendo; por quê ?

(Essa não) Essa não é mais você.

Vive me jogando na cara,
Coisas que não sei fazer,
Mas sabe que eu faço coisas,
Melhor do que você.

Estive apaixonado por você,
Espero que possa entender.

Todos esses caras babacas,
Só querem te enganar.
Eu só quero uma coisa,
Só quero te amar.

(Mas essa não) Essa não é mais você.

Sei que pediu um tempo entre nós dois,
Agora sou eu que deixo pra depois.

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A invasão começou

A invasão começou

Era uma vez um dia ensolarado,
Ninguém percebeu o que tinha de errado,
Quando acordei já era de manhã,
E nada mais era o mesmo.

Bateram na minha porta,
Eram os poliglotas,
Contando-me uma história,
Sobre o dia da invasão.

A Invasão começou.

Há muito tempo atrás isso já acontece,
E só agora fazemos as preces,
As coisas mudam a cada dia,
Nós vivemos nessa agonia.

Pensamos que o mal está lá fora,
Mas muitas coisas são apenas história,
Nós somos capazes de compreender,
Pois nem tudo o que vemos é só TV.

A Invasão começou.

Os vilões hoje em dia, são a nossa rotina,
E nós os heróis dessa correria,
A felicidade entre quatro paredes,
Para algumas pessoas é um inconveniente.

O mal nos dominou e agora,
Não somos mais os mesmos de outrora,
E aquela escuridão que não ia acabar,
Era apenas um eclipse solar.

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Esqueci de te dizer

Esqueci de te dizer

Você foi embora,
Eu não podia te esquecer.

Se passei bons momentos,
Não dava para saber.

Sentado na calçada,
Pedia pra voltar a ver você.


Corria pelas ruas,
Não podia acabar,

Esqueci de te dizer,
Foi um erro te amar.


Você se esqueceu de mim,
Partiu, mas não era o fim.


Fui até a sua casa
Bater na sua porta,

A surpresa era clara,
Você não estava lá na hora.


Não te condeno por não amar,
Me culpo por não perdoar,

Mas nem sempre as coisas se vão,
As pessoas nem sempre mudam.

Parei de procurar
E você parou de escutar.


Você se esqueceu de mim,
Partiu, mas não era o fim.


Segui o meu rumo,
Nunca mais te encontrei,

Você sumiu no mundo,
Então eu me culpei.


Hoje não mais me comprometo,
Quando perguntarem,
Eu enfim me encontrei.


Arrumei outros motivos
Para me preocupar,

E sei que desta vez
Você não pode me julgar.

Porque encontrei alguém
Para me inspirar,

E sei que desta vez
Vou viver para amar.


Esta é a história
De um cara que encontrou,

Algo que na vida
Ele tanto procurou.


Você se esqueceu de mim,
Partiu, mas não era o fim.


(Compositor: Michel F.M.) © 2003

sábado, 1 de janeiro de 2011

Desejo Fiel

Desejo Fiel

Vou largar de tudo, vou parar,
Esquecer do mundo, vou mudar,
Vou deixar de ser triste,
Porque para mim só você existe.

Meu pedaço do céu,
Com seus olhos de mel,
Que provocam em mim,
Um desejo fiel.

Nunca me disse
O que você sente,
A pergunta é simples,
A resposta eminente,
Para que eu sentisse,
Diga que sente.

Sei que tem medo,
De demonstrar,
Mas percebo nos olhos,
A vontade de amar,

Seu olhar não mente,
Quando você me olha,
Sinto o que você sente,
Eu te amo igualmente.

Meu pedaço do céu,
Com seus olhos de mel,
Que provocam em mim,
Um desejo fiel.

(Compositor: Michel F.M.) © 2006

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Sentimentos Trocados

Sentimentos Trocados

Ela é tão diferente de mim,
Gosta de coisas que eu não gosto.
Ela nunca me olhou assim.
Nunca percebi que ela era tão bonita,
Nunca entendi porque ela vinha sempre aqui.

Essa é a essência do Ser Humano,
Amar alguém como eu a amo.

Eu a amo muito, gosto dela demais,
Eu sempre tentei, mas nunca fui capaz,
De lhe dizer:
- Que eu amo muito você !

Você nunca iria saber,
Você não saberia entender,
Eu nunca pude lhe convencer.

Enfim você escutou,
A voz do seu coração,
E veio para o meu lado,
Para viver a emoção.

Você não vai se arrepender,
Porque eu amo muito você.

Essa é a essência do Ser Humano,
Amar alguém como eu a amo.

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Com quantos paus se faz uma canoa ?

Com quantos paus se faz uma canoa ?

Antes que você tente mudar o mundo,

Vá arrumar seu quarto.
O que você tem para me dizer,
Eu não sei e não quero nem saber.

Vivemos no que restou de uma grande nação,
Poderíamos conservar esse mundo,
Mas preferimos optar pelo não,
Nunca vi um presente que nos foi dado,
Ser destruído, sem dó nem perdão.

Com quantos paus se faz uma canoa ?

Escolhemos qual lado ?
Ou o certo ou o errado.
Não perca seu tempo na “boa”,
Com coisas à toa.

Não deixe que pensem por você,
Faça suas próprias opções,
Não importa quanto tempo fugiu,
Mas nosso tempo está por um fio.

Com quantos paus se faz uma canoa ?

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A humanidade não dá trégua

A humanidade não dá trégua

Viver em sociedade é viver assim:

Se você tem dinheiro, você é um homem livre,
Se você tá quebrado, que Deus te livre.
Se você tem amigos, você está no céu,
Se te sobra inimigos se amargou com o fel.

Construa uma prisão para se proteger,
Dos que aí fora estão para vencer você,
Se vive sempre na luta, se tem boa conduta,
Não viu ainda o que esse mundo lhe oculta.

A humanidade não dá trégua (não dá trégua).

Se você espera que eles te ouçam,
As paredes têm ouvidos, as muralhas não.
Se você espera consideração,
Vão passar por cima, te atropelarão.

Se não tá feliz com o que tem,
Para dois terços do mundo nem isso vem.
Tem guerra por terra, guerra por tesouros,
Tem guerra fria, guerra por louros,
Tem guerra mista e guerra dividida,
Só não tem guerra pela vida.

A humanidade não dá trégua (não dá trégua).

Vida difícil, extremamente sofrida,
Só depende de você aceitar a ferida.
O ser humano complica a situação,
Transformando tudo em complicação.

Será que é isso que somos ? Será que vamos viver ?
Porque se assim for, não quero saber,
O que o destino virá a reger.

A humanidade não dá trégua (não dá trégua).

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Além das Estrelas

Além das Estrelas

Estou aqui te esperando
Olhando pra fora da janela,
Nessa singela estrada discreta,
Em uma casa na floresta.

Avistei ao longe minha bela moleca,
Cortando o caminho numa trilha secreta.
Você nunca foi lá muito correta,
Dispensando conselhos para coisas incertas.

Talvez foi por isso
Que a gente cruzou,
Nesse mundo de Deus
Nossos laços de amor.

Nós aqui vivemos bem, como for,
Estava lá, parado lá, o nosso amor.
Sós assim seremos um, ou até melhor,
Seja como for, como for.

Estava explícito nas estrelas,
Como o azul é certo no céu,
Com certeza esse é nosso papel.

Nós aqui vivemos bem, como for,
Estava lá, parado lá, o nosso amor.
Sós assim seremos um, ou até melhor,
Seja como for, como for.

Posso ver através da janela,
O nosso futuro e o que nos espera,
Não é só assim, é além daqui,
Além das estrelas, um amor sem fim.

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Unidos

Unidos

Estava ficando quente,

Não conseguia respirar,
Estava ficando escuro,
Eu precisava desabafar.

Não tinha mais ninguém,
Com quem pudesse conversar,
Estava muito nervoso
A ponto de estourar.

Porque tem que ser assim ?
Você estava tão perto de mim,
Porque tem que ter um fim ?
Você não sabe viver sem mim.

Só preciso de um tempo para esfriar,
Abaixar a cabeça e me perguntar:

- Porque eu estou aqui ?
Você não sabe me responder.
Por você eu iria até o fim do mundo,
Por você eu diria para todo mundo:

Porque tem que ser assim ?
Você estava tão perto de mim,
Porque tem que ter um fim ?
Você não sabe viver sem mim.

Diferenças sempre existirão,
Entre eu e você, ou nesse mundão.

Vamos lutar para sobreviver,
Contra esse mau que pode aparecer.
Nós somos fortes, nunca vamos nos render.
Estamos Unidos, Unidos para sempre.

(Compositor: Michel F.M.) © 2003

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Descobrimento (Versão Tupi)

Descobrimento (Versão Tupi)

No ano de 1.500,
Roubaram uma grande terra,
Dizendo que o descobrimento
Traria a evolução.

Quando conquistaram a meta,
Trouxeram a destruição,
E com a conquista inédita,
A devastação e a corrupção.

Através de bebidas e truques,
Compraram o povo da selva,
Que até então, tinha feito a coisa certa.

Levamos 500 anos,
Para chegarmos a onde estamos,
E levaremos no mínimo 1.000,
Para mudarmos a realidade do nosso Brasil.

Os índios que são boa gente,
Aceitaram os insolentes,
Que roubaram seu solo
E destruíram seu lar,
Trocaram o ouro por presentes,
Que poluíram a cultura indígena.

Com o abuso e a difamação,
Acertaram o peito dos nossos irmãos,
Derrubando uma crença de anos,
Construindo igrejas e quartéis,
Usando o nome de Deus em vão,
Estuprando as índias e se dizendo fiéis.

Existe aquele ditado,
Achado não é roubado,
E os milhões de índios mortos,
Um detalhe para ser apagado.

Mas isso não vai ficar assim,
Os índios são mártires,
Do nosso amado país !

Levamos 500 anos,
Para chegarmos a onde estamos,
E levaremos no mínimo 1.000,
Para mudarmos a realidade do nosso Brasil.

Levante as mãos e bata palma,
Porque não resta nada além da nossa alma,
Levante as mãos se você puder,
Porque sobrou apenas a nossa fé.

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

domingo, 14 de novembro de 2010

Meu primeiro Amor

Meu primeiro Amor

Inúmeras vezes me lembrei,
Passagens que vivenciei,
E me lembro de uma coisa,
Numa noite em que sonhei,
Que você era uma flor,
Que era meu primeiro amor.

Você foi a minha flor,
Meu delírio, minha dor,
Foi o meu primeiro amor.

Numa noite de alvor,
Só as galáxias e nós dois,
Sem cautela, sem rancor,
Os enigmas pra depois,

Você foi a minha flor,
Meu delírio, minha dor,
Foi o meu primeiro amor.

Quando a noite esgotou,
Nosso sonho findou,
Você foi e não tornou.

Quando olho para a flor,
Lembro-me a quem compor,
Componho ao meu primeiro amor.

Você foi a minha flor,
Meu delírio, minha dor,
Foi o meu primeiro amor.

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Coloque na balança

Coloque na balança

Todo o bem tem um pouco de mal,
Todo o mal tem um pouco de bem,
Nada é pra sempre, nada é além,
Tudo na Terra é de alguém,
Mas a nossa terra não é de ninguém.
Como se explica uma coisa assim ?
A humanidade é pergunta sem fim.

A soma do bem subtrai pelo mal,
E o que sobra é coisa banal.

Cabeça limpa produz mais ação,
Não deixe as idéias ficar como estão,
A preocupação nunca salvou ninguém,
De quebrar a cara nesse mundo sem lei.

Canalize a sua antipatia,
Transforme isso em alegria,
E com um toque de sabedoria,
Muita coisa você pode alterar.
Eu não sei se eu cheguei
A uma conclusão do que isso vem a ser.

É uma intenção que vem com o bem,
Eu já entendi, eu já captei,
Não tem religião, não tem cor, não tem lei.
Todo o bem tem um pouco de mal,
Todo o mal tem um pouco de bem.

A soma do bem subtrai pelo mal,
E o que sobra é coisa banal.

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A Razão do meu Viver

A Razão do meu Viver

Quando eu a vi, sentada lá no canto,
Foi quando percebi, em seu rosto um espanto.
Ela estava lá parada, ela era um encanto,
Quando olhou pra mim, derramou-se em prantos.

Ela parecia um anjo, ela era diferente,
Era muito bonita e inteligente.
Às vezes eu paro e penso como seria sem ela,
Eu não viveria sem a minha Cinderela.

Você não pensa em mim, só eu em você,
Quero te ver, não posso te perder,
Você é a razão do meu viver.

Você é muito legal e um pouco inconseqüente.
Fala sem pensar, acaba magoando a gente.
Não sabe conversar e quando fala
Só consegue machucar.

Mas isso agora não importa mais,
Eu não quero nem saber,
Só sei de uma coisa, eu amo você.

Você tem esse seu jeito
Estranho de ser, mas eu amo você.
Vamos ficar juntos, só eu e você,
Você é a razão do meu viver.

(Compositor: Michel F.M.) © 2003

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Por um momento

Por um momento

Faz mesmo, muito tempo,
Não quero ter lembranças dos maus momentos,
Só vou preservar os meus sentimentos.

As coisas que vivemos me fizeram crescer,
Esteve do meu lado enquanto pode,
E quando não cabia mais, ainda coube.

Mas faz tanto tempo,
Que parei de escutar meu pensamento,
Só guardei no peito o sentimento,
De um dia ter te amado por um momento.

Não me desgasto com poucas coisas,
Nunca me esqueço do que me ensinou,
A cada momento só guardo as boas,
Assim não me esqueço de quem eu sou.

O destino foi cruel e nos separou,
Os nossos planos, tudo acabou.

Vivemos nosso amor em um momento,
No qual muitos não vivem nem todo tempo,
A nossa união foi dividida,

No entanto amamos mais do que em uma vida.

Mas faz tanto tempo,
Que parei de escutar meu pensamento,
Só guardei no peito o sentimento,
De um dia ter te amado por um momento.

(Composição: Michel F.M.) © 2005

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O Elefante Branco

O Elefante Branco

Tão extinta quanto,

O Elefante Branco,
Está a nossa liberdade.
Somos controlados pela mídia,
Confundimos mentira com verdade.

Absorvemos tantas coisas erradas,
Que julgamos tudo correto,
As pessoas vivem tão mal amadas,
Que nada mais é concreto.

Importante é valorizar,
O que a vida nos faz desprezar,

Muitas vezes pensamos
Que a força é o poder,

Mas pessoas sem poder
Podem ter força e vencer.


Não existem diferenças,
Somos nós que as criamos,

Para afastarmos as pessoas
A quem mais amamos.


Com tudo o que nos induziu,
Mudamos nosso modo de pensar,
Todas as mudanças que a gente viu,
Nos deixaram fracos para lutar.

Agora o povo não é mais tão franco,
Perdeu a coragem de se expressar,
Tão extintos quanto o Elefante Branco,
São homens e mulheres que tentam enfrentar.

Devemos libertar a nossa mente,
Dessa corrente
Que prendeu tanta gente
E nos fez fracassar.


Somos tão fortes e tão grandes
Quanto o Elefante Branco,

Mas sozinhos não podemos caminhar.

O Elefante Branco
Só quer viver,

E a corrente,
Na nossa mente,
Nos fez esquecer.


(Composição: Michel F.M.) © 2005

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Caipira Globalizado

Caipira Globalizado

Eu sou descendente

De italiano, alemão e espanhol,
Eu num sei falá ingreis,
Mando um poco de portunhol,
Curto a China e os japoneis,
Eu sô fã de beisibol.

Tecnologias,
Que eu encontro
Eu compro.
Afinal esse talão de cheques,
Tem o seu conforto.

Tenho um sotaque,
Um que não se esconde,
Num sei usar os éssess,
Mas vivo como um conde.

Apesar de eu não ser culto,
A experiência vale um monte.

Eu sou caipira do interior,
De São Paulo ou Minas,
Seja de onde for.

Tanta palhaçada, usando o caipira,
Essa raça é nata e quero vê quem tira,
Todo mundo critica e ninguém dá valor,
Mas a raiz que fica é a do interior.

(Compositor: Michel F.M.) 2005

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lei da Salvação

Lei da Salvação

Um dia um amigo me falou,

Que ele tinha uma idéia irada,
Queria que as pessoas fossem
Um pouco mais determinadas.

Tinha uma vontade estranha,
Queria salvar o Planeta,
Mas ninguém lhe apoiou,
Porque isso era muito careta.

E ninguém o escutou,
Porque nada ia adiantar,
No começo me recusei,
Mas sei que isso agora é lei.

A natureza nem sempre é tratada com afeição,
Pois poucas pessoas são tocadas no coração.
Os recursos naturais estão perto de acabar,
Só depende de nós nos unirmos pra salvar.

Vivemos com a natureza,
Exploramos sua beleza.
A falta de consciência,
Leva o homem a não pedir perdão,
Pelos erros que cometeram.

A lei da salvação,
Nem sempre é levada em consideração,
Mas sei que tem pessoas,
Que fazem o bem com o coração.

Se nós estamos mal o mundo está pior,
Precisamos dele para viver melhor,
Por que se a natureza esgotar, aí sim ficaremos sós.

(Composição: Michel F.M.) 2004

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fala meu velho

Fala meu velho

E aí velho, e aí ? O que devo fazer ?

Vou falar, vou dizer o que tenho na cabeça,
Sem rodeio, sem demora, mas sem pressa.

Se a tua presença me fizesse falta, eu te procuraria,
Se a tua essência me tocasse a alma, eu não esperaria
Pra me expressar à sua companhia.

Nunca parei para escutar,
Nunca parei para entender,
E aí velho, o que devo fazer ?

A corrida começou,
Quero ver a onde vai dar,
Quero entender, onde vamos chegar.

Não conte quantas vezes você perdeu,
Conte quantas vezes você sofreu.

Não se abale
Com poucas coisas,
Porque você é maior
Do que as escolhas.

Temos a eternidade,
Para tecer,
O que não conseguirmos
Aqui compreender.

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Análise dos Fatos

Análise dos Fatos

Chegou a pós-modernidade e se instalou,
Ainda não é tarde, para juntar o que sobrou,
Os pedaços espalhados, tudo se fragmentou.

A análise dos fatos me fez compreender,
Que tudo o que eu sabia não era pra saber.

Não sei quem sou,
Não sou quem sei,
Se sei não sou,
Se sou não sei.

A vida é um jogo de azar e de sorte,
Ou você é o Rei ou é o Bobo da corte,
Um tabuleiro de xadrez, onde você dá xeque-mate,
Chegou a hora é sua vez, só não vale dá empate.

As badaladas cessaram impulsionando à deriva,
Enquanto esse mundo mudo e imundo não muda,
Vou tocando minha vida passiva.

A análise dos fatos me fez compreender,
Que tudo o que eu sabia não era pra saber.

Não sei quem sou,
Não sou quem sei,
Se sei não sou,
Se sou não sei.

Somos contemporâneos,
Conterrâneos em nossos crânios perturbados.

(Composição: Michel F.M.) © 2006

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Juventude Perdida, Não !

Juventude Perdida, Não !

Não há mais certezas em nossas vidas,

E as que existem não têm mais saída,
As idéias estão divididas.

Não se preocupe com a condição,
Guarde a pena para os que foram.
Nos manuscritos jamais desvendados,
Jaz a história dos antepassados,
E é de lá que vem a concepção do bem.

Juventude perdida,
Isso é o que querem ver,
A nação dividida,
Entre a fome e o poder.

Não desista da vida ou eles vão prevalecer,
A nossa força é grande, nós podemos vencer.
Ano após ano fomos escravos
Da opinião dos que governaram,
O nosso suor e os trabalhos forçados,
Renderam a eles mansões e status,
Enquanto os honestos são pisoteados,
Pela corrosão do império armado.

Juventude perdida,
Isso é o que querem ver,
A nação dividida,
Entre a fome e o poder.

O respeito só é conservado,
Por quem respeita também.

Só o que sei é aceitar o que sou,
Sem renegar nem temer o que foi feito pra mim.
Só o que sei é aceitar o que sou,
Buscando algo além, nosso destino é assim.

Juventude perdida, isso não iremos ser !

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O tempo passou

O tempo passou

Estou com muito frio, estou sozinho,
O tempo passou e nada mudou.
Não consigo ficar mais contente, com estas situações,
Aqui não existem mais, as quatro estações.

Perdemos muito tempo em nossas trilhas,
Enquanto podemos criar coisas lindas,
Mas quem sou eu, pra criticar, nosso coração.

O tempo passou e nada mudou,
Vou esperar mais um pouco,
Quem sabe tenha algo de novo.

O que fará você ? O frio vai vencer.
E o tempo que passou não vai mais preencher.
Se eu pudesse escolher, iria pra bem longe daqui,
Se eu quisesse viver, viveria bem perto de ti.

Você me deixou, meu tom destoou,
Agora retorna e quer meu amor.
Talvez quando cicatrizar,
Possamos nos reconciliar,
Pois você me magoou,
Mas eu nunca vou deixar de te amar.

O tempo passou e nada mudou,
Vou esperar mais um pouco,
Quem sabe tenha algo de novo.

(Compositor: Michel F.M.) 2004

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Submersos

Submersos

Estamos submersos nessa podridão,

Consigo sentir o cheiro,
É o lixo do alto escalão.

Espalha-se por todo corpo,
Deteriora o coração,
Aprendemos a condenar,
Não buscamos a melhora e a precaução.

Estamos Submersos
No meio da escuridão,
Não tem luz nem progressos,
É o fim da civilização.

As rezas e a oração,
Não dão conta da inundação,
Numa vida submersa inexiste chão.

Os últimos barcos que sobram,
São para os que podem pagar,
E para os que não concordam,
Só lhes resta se afogar.

Submersos no progresso.
Quanto mais evoluem,
Se afundam nesse mar.

Vivemos submersos
Em um mar de subversão,
Submersos, submersos;
Submersos até então.

No final a arca a voltar,
Submersos para a casa irão retornar.

(Compositor: Michel F.M.) 2005

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Nossa história ainda não terminou

Nossa história ainda não terminou

Tantos lances pra entender,

Podemos sorrir, podemos viver,
Somos livres pra escolher,
O que queremos ser.

Nós somos seres “inteligentes”,
E vamos ver, daqui pra frente,
O que vamos fazer.

Eu sei que não é fácil tomar uma decisão,
Para que possamos contornar essa situação.

Tem que se decidir e continuar a viver.
Não diga que só sabe errar,
Não diga que não sabe amar,
A vida é muito mais do que pode ver,
A vida é muito mais do que pode ser.

[ Você não é mais dependente ]
Você é livre daqui pra frente,
Pra escolher o que quiser fazer.

Só te digo uma coisa (se você voltar aqui),
Quem partiu não tem direito de pedir.
Mas quando quiser retornar, sei que vou aceitar,

Porque a nossa história ainda não terminou...
...Nossa história ainda não terminou... (...) (...) (...)

(Compositor: Michel F.M.) © 2004

terça-feira, 6 de julho de 2010

Jump City

Jump City

Sejam bem-vindos a esse lugar,

As portas abertas te pedem pra entrar,
Sejam bem-vindos a minha casa,
Sua imaginação terá que criar asas.

Um ambiente bem diferente,
De tudo o que viu ou ouviu falar,
Abra mão dos seus preconceitos,
Nessa cidade você não pode usar.

Sua neurose e seus nobres conceitos,
São obsoletos você não vai precisar,
Os pequenos começam,
Os grandes vão terminar.

Grandes por dentro pequenos por fora,
Realeza interna que ilumina a aurora,
Essa é a vila onde nasci,
Entre na fila o paraíso é aqui...

Eu nasci, eu cresci em Jump City,
Eu amei, eu sonhei em Jump City,
Eu chorei, mas acreditei em Jump City,
Eu vivi, vivi em Jump City.

Não seremos castigados,
Chega de punição,
Longe do que é errado,
Pra viver não peça permissão.

Não seremos obrigados,
A fazer coisas sem opção.
Só faça o que te faz bem,
Mas não faça mal a ninguém,

Foi aqui que nasci,
Foi assim que vivi...

Eu nasci, eu cresci em Jump City,
Eu amei, eu sonhei em Jump City,
Eu chorei, mas acreditei em Jump City,
Eu vivi, vivi em Jump City.

No passado um Índio apontou,
Do alto do morro e sem mágoas,
Ele nomeou a terra do Salto das Águas.

Venham conosco,
A profecia vai se concretizar,
Em Jump City,
Tudo o que buscam irão encontrar,

Jump City é aqui, Jump City é assim,
Sempre um começo nunca um fim.

Eu nasci, eu cresci em Jump City,
Eu amei, eu sonhei em Jump City,
Eu chorei, mas acreditei em Jump City,
Eu vivi, vivi em Jump City.

(Compositor: Michel F.M.) 2005

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pense Nisso

Pense Nisso

Tenho muitas coisas na cabeça,

Fico pensando sem parar,
Em tudo o que acontece,
A minha vida vive a variar.

Existem muitas divergências,
Em nossa sociedade,
Mas nada em nossa trilha,
Nos impede de sorrir de verdade.

Tudo o que vivemos,
Tudo o que passamos,
Agora sim vale a pena
Para que reflitamos,

Pense em tudo isso,
Pense um pouco mais,
Eu vejo um bom futuro,
O passado ficou para traz.

Muitos amores se foram,
Novos irão começar,
O tempo é uma vitrine,
Onde nós podemos olhar.

Tantas coisas eu penso,
Que eu não sei mais o que pensar,
Existem muitas coisas bonitas
Só falta parar para olhar.

Pense em tudo isso,
Pense um pouco mais,
Eu vejo um bom futuro,
O passado ficou para traz.

Escrevendo sem parar,
Coisas sem importância,
Quem disse que eu não posso falar ?
Somos donos da ignorância.

Vivemos para contar vantagens,
Em cima das outras pessoas,
E mesmo errando sempre,
Usamos uma coroa.

O amor é muito bonito,
O respeito é muito legal,
Mas mesmo assim o racismo,
Vive no nosso quintal.

Devemos tolerar um ao outro,
Devemos perdoar,
Pois mesmo com muito amor
É difícil respeitar.

Pense em tudo isso,
Pense um pouco mais,
Eu vejo um bom futuro,
O passado ficou para traz.

Pense um pouco mais...

(Compositor: Michel F.M.)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Sobre Almas e Homens

Sobre Almas e Homens

Porque as crianças não brigam por cor ?

Porque os adultos vivem nessa dor ?
Não sei o que leva o homem a ser,
O que ele é, sem pensar nem temer.

Sim, tem remédio pra essa doença,
É só acreditar em alguma crença,
Mas não sabemos onde vamos parar,
Se chegaremos em algum lugar,
Basta se um dia possamos acreditar.

Porque querer ser algo que eu não sou ?
E imaginar para onde eu vou,
Feche os olhos e tente sonhar,
Se você quiser podemos tentar,
Eu sei que um dia chegaremos lá,
Basta você acreditar.

Se nos sentíssemos bem, com o que temos,
Poderíamos viver com menos,
E mesmo sem termos, seriamos reis.

O homem tem na sua essência,
Buscar uma senha para ser feliz.
O que importa é o que você sente,
E nunca irão dominar a sua mente.

Porque querer ser algo que eu não sou ?
E imaginar para onde eu vou,
Feche os olhos e tente sonhar,
Se você quiser podemos tentar,
Eu sei que um dia chegaremos lá,
Basta você acreditar.

Os ensinamentos de nossos pais,
Não podem ficar para traz.
Porque o que eles disseram, ainda iremos usar,
Porque o que eles falaram, ainda irá nos salvar.

Porque querer ser algo que eu não sou ?
E imaginar para onde eu vou,
Feche os olhos e tente sonhar,
Se você quiser podemos tentar,
Eu sei que um dia chegaremos lá,
Basta você acreditar.

(Compositor: Michel F.M.) © 2005

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Longos Caminhos

Longos Caminhos

São muitos os caminhos

Que podemos escolher,
Existem labirintos,
Não podemos nos perder,

Tem muitas maneiras
De você interpretar,
São muitos os modos
De você caminhar,

Só tome cuidado
Pra não escorregar,
Porque com uma queda
Tudo pode mudar.

Longos Caminhos,
Distantes, Distintos,
Longos Caminhos,
Distantes, Distintos.

A sua recompensa
Pode estar do outro lado,
Não pare no caminho
Ou você vai ficar parado,

Mantenha sua rota
Esteja sempre ligado,
Em um instante
Você já faz parte do passado,

Fantasmas não existem
Nos caminhos terrenos,
Não ligue pros detalhes
Passe a frente do enredo,
Escute a vós de Deus
Sem dor e sem medo,

Longos Caminhos,
Distantes, Distintos,
Longos Caminhos,
Distantes, Distintos.

É claro que algo
Vai acontecer,
Lutando e buscando
Sempre pra vencer,
Caminhos distantes,
Caminhos distintos,
Que assim seja,
O que tem que ser,
Indo adiante,
Crendo para Ver.

Longos Caminhos,
Distantes, Distintos,
Longos Caminhos,
Distantes, Distintos.

(Compositor: Michel F.M.) © 2006